Resenha: Cinquenta tons mais escuros

Cinquenta Tons mais Escuros, E. L. James ★★
Sinopse: Assustada com os segredos obscuros do belo e atormentado Christian Grey, Ana Steele põe um ponto final em seu relacionamento com o jovem empresário e concentra-se em sua nova carreira, numa editora de livros. Mas o desejo por Grey domina cada pensamento de Ana e, quando ele propõe um novo acordo, ela não consegue resistir. Em pouco tempo, Ana descobre mais sobre o angustiante passado de seu amargurado e dominador parceiro do que jamais imaginou ser possível. Enquanto Christian tenta se livrar de seus demônios interiores, Ana se vê diante da decisão mais importante da sua vida. (fonte)

Como prometido cá estou eu com a resenha da continuação do livro Cinquenta Tons de Cinza, para quem não leu a resenha ela se encontra aqui.

A complexidade de Christian é o ponto chave dessa trama, mas desta vez a autora nos apresenta mais um pouco do porque de tantos traumas, o que foi capaz de transformar um homem altamente controlador e negativo sobre si mesmo. Mas apesar de tudo isso, nesse volume eis que surge um Christian Grey fofo, resolvendo abandonar os chicotes e palmadas, e tentando o 'mais' na relação entre ele e Ana.

E falando nela.. Anastácia mostra-se menos bobinha em relação ao primeiro livro, mas em compensação ela se tornou muito, mas muito dependente de Christian, o que a deixou cega, completamente sem atitude, fazendo o papel de patética, ainda mais quando uma ex sub de Christian, aparece na história e começa a perseguir-la, e a única preocupação dela é se é suficiente para ele (oh, really?!)

Cinquenta Tons mais Escuros começa com os dois separados, e fiquei super empolgada, ok, agora ela criou juízo e atitude, mããs não. Acho que nem foi um capítulo e eles estavam juntos, e é quando começa a obsessão extrema de Christian, que chega a ser irritante. Ele está ainda mais maluco na questão de proteger Ana, e fica chato, até mesmo sufocante, porque ele fica intrometendo tanto na vida pessoal como profissional de Ana, e o pior de tudo é que ela vê isso como uma prova de amor!

Mas se algo que ficou bem explicito nesse livro é que quem domina é Ana, porque Christian é louco por ela, e não consegue imaginar sua vida sem ela. Como mesmo citou no livro, ela foi como a Panacéia para ele, mas vale ressaltar que ele continua com seu humor inconstante, e até acho que se isso mudasse acabaria a graça, mesmo que ás vezes é irritante.

Não odiei totalmente o livro, mesmo com esses pontos negativos que citei. Continuo gostando da narração, que é leve, e flui naturalmente, com um toque de humor, ainda mais com a 'deusa interior' de Ana. Quem leu o primeiro livro deveria ler o segundo, pois muitas coisas que ficaram subtendidas no primeiro, serão explicadas nesse volume, não fica nenhuma ponta solta e a autora no final conseguiu dá uma reviravolta e deixar um mistério no ar, o que faz com que o leitor fique curioso para o próximo, garanto que  não ficará com a sensação de perda de tempo por ter lido-o.

Até mais,
Wanessa.



Wanessa Silva

3 comentários:

  1. Oi Wanessa, tudo bem?
    Flor confesso que fiquei decepcionada com a leitura do primeiro livro e mal conseguir começar o segundo, tanto que abandonei pra ler outra coisa mas prometo que vou tentar terminar esse porque quero conhecer os motivos do Grey ser do jeito que é.
    Ótima resenha,
    Abraços,
    Amanda Almeida

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  2. Oi!
    Odeio "50 Tons de Cinza". Não entendo como algumas pessoas podem gostar dessa série. Enfim, cada pessoa tem um ponto de vista diferente. Eu acredito que o primeiro livro foi suficiente pra tirar toda a minha paciência e acredito que não lerei o segundo.
    E que bom que você gostou do livro, mesmo com "alguns" deslizes da protagonista.
    Abraço!

    "Palavras ao Vento..."
    www.leandro-de-lira.com

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  3. Nossa, Wanessa, sério que você gostou tanto do segundo livro? Eu fiquei tão irritada com a Anna no primeiro... Mas Grey realmente é um ótimo personagem. Bem, pode ser que eu o leia. Comprei alguns exemplares e já deveriam ter chegado. Enfim, talvez eu o leia. E, só pra constar, não suporto esse negócio de "minha deusa interior". =/

    Beijinhos,

    Isie Fernandes - de Dai para Isie

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